2009
10.22

Tudo está conectado e não podemos ter Media sem personalidade, a nossa vida e a nossa consciência.

A Media é um reflexo do nosso mundo e da nossa possibilidade de pensar, ligar e viver no e com o mundo. O “espaço entre” é nada mais do que o espaço onde a verdade das coisas vive e vagueia livre. Quando queremos alcançar o novo ponto (uma pessoa, um lugar, uma data ou outro) perguntamos à Media o que existe entre nós e o ponto desejado e como lá chegar.

Como as coisas funcionam? Qual é o seu significado e existência? Se começarmos do nosso ponto de vista em busca de respostas a todas essas questões, iremos chegar ao ponto principal – o design. O design é uma espécie de INTERmedia que preenche o espaço entre os pontos como ética, sociedade, cultura, política, economia, etc. É o espaço entre esses pontos. O design ajuda a tornar as coisas mais compreensíveis e mais funcionais, mais fáceis de usar, mais como nós. Mas não há design sem “ambientes de Media“, por isso neste grande círculo é óbvio que a Media é parte da nossa vida. É um plug-in da nossa existência onde o design é o ponto de conexão – o espaço entre espaços.

Mas por outro lado, a Media dá-nos liberdade para sermos nós próprios ou não, de estar perto uns dos outros mas tão longe uns dos outros. Ela dá uma perspectiva contemporanea, completamente nova de nossas vidas, com campos infinitos de criatividade e auto-exposição.  Mas assim como o efeito do álcool em excesso traz um mau resultado imediato assim o traz um uso excessivo da media que faz com que nos distanciemos do ponto principal, afastando-nos da sociedade.
A media é um grande manipulador, o jogador constante, é um mundo paralelo em nós, é um amigo, é um monstro. Nós decidimos! Ela é tão sensível quanto lhe permitimos. Ela é um espelho em nós mesmos.

Comments are closed.